A Maria Aparecida, que na época relatada no causo era enfermeira,
começa seu relato com a frase: "Foi num baile de formatura,
na volta para casa, dentro de um fusca 67 azul, com bancos
reclináveis, que tudo começou. Era o ano de 1976.
Dois meses depois, a confirmação da gravidez e o
casamento marcado. No dia do casamento, todos já sabiam
da história do Fusca, e o procuraram como loucos para a
tradicional pichação e colocação de fitas e latas para
os recém casados, porém a precaução de guardá-lo na garagem
do Padre, durante a cerimônia e a festa, impediu que isto acontecesse."
Com o desenrolar deste causo surge uma história que conta as
desventuras das atribuladas primeiras 24 horas de marido e mulher
do jovem casal, nas quais o fiel Fusca teve um papel importante,
comparecendo nas horas mais difíceis.
Esta primeira experiência consolidou um casamento que dura até hoje.
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